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Olá,
Conversa real, com uma indústria de artigos esportivos:
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— Qual é o diferencial da sua linha principal de chuteiras?
— Ela é mais leve, encaixa perfeitamente no pé, tem reforço no calcanhar e o tecido respira.
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Tudo verdade. Tudo excelente. E tudo irrelevante para quem ele realmente precisa convencer.
Porque quem compra da fábrica dele não é o atleta de fim de semana. É o lojista, o distribuidor, o dono do ponto de venda.
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E o lojista não calça o produto. Ele estoca o produto.
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O que importa de verdade para ele são outros fatores: giro rápido na prateleira, margem de lucro saudável, prazos de pagamento flexíveis, exclusividade de praça, força da marca para atrair clientes para a loja física e facilidade na reposição de estoque.
Quando essa indústria investia no digital focando apenas em conforto e leveza, as redes sociais ficavam cheias de curtidas de consumidores finais querendo comprar um único par. Mas o faturamento não subia e a fábrica continuava com capacidade ociosa. Eles não conseguiam abrir novas lojas porque a comunicação não conversava com a realidade e com as dores do comprador B2B.
Para desfazer esse nó que trava o crescimento de tantos fabricantes tradicionais, usamos um método simples, com três peças fundamentais — exatamente nesta ordem:
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1
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PRODUTO
O que eu vendo, qual o meu diferencial técnico e qual o benefício real que ele entrega.
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2
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PERSONA
Para quem eu vendo, qual é a jornada de compra e o que de fato impacta a decisão. O dono da loja? O gestor de compras? O revendedor?
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3
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CANAL
Por onde eu conecto os dois e como me comunico ali de forma estratégica.
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O erro clássico do mercado é pular direto para a terceira etapa: “vamos criar um Instagram e colocar dinheiro em tráfego”. Sem ter respondido e alinhado as duas primeiras, o canal digital vai apenas amplificar a mensagem errada para o público errado — consumindo o seu orçamento à toa.
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A pergunta para levar à sua próxima reunião comercial:
Se você trocar a sua persona de vendas — do consumidor final para o lojista ou revendedor — o seu argumento de marketing atual ainda funciona?
Se a resposta for não, e a sua comunicação continua a mesma em todos os canais, há um desalinhamento sério travando as suas vendas.
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Já ajudamos centenas de indústrias tradicionais a reestruturar essa máquina. Um caso clássico é o da Protectpool, marca nacional de cercas de proteção para piscinas. No começo eles também lidavam com o desafio de separar o público final (B2C) do parceiro comercial ideal — o revendedor e instalador B2B.
Ao mudarem o foco estratégico e a qualificação digital para atrair quem realmente revende e instala os produtos, destravaram a expansão e hoje somam mais de 150 unidades no Brasil.
Para entender de perto como essa virada de chave funciona na prática do mercado industrial brasileiro, assista ao nosso episódio do podcast Fábrica de Oportunidades com o João Vitor, diretor comercial da Protectpool:
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Fábrica de Oportunidades · com João Vitor, diretor comercial da Protectpool
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No próximo e-mail eu volto com a terceira peça desse quebra-cabeça: os canais de aquisição, e quais deles realmente escalam com previsibilidade na indústria.
Até lá!
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Vitor Alexandre
CMO · Grupo Tríade Digital
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TRÍADE DIGITAL
O Brasil nasce na indústria.
Marketing e vendas para indústrias · Maringá, PR
Meta Business Partner · Google Partner · RD Station Partner
grupotriadedigital.com.br
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