O maior erro de uma indústria no digital é falar com o consumidor final quando ela precisa atrair o lojista. ͏‌ ͏‌ ͏‌ ͏‌ ͏‌ ͏‌ ͏‌ ͏‌ ͏‌ ͏‌ ͏‌ ͏‌ ͏‌ ͏‌ ͏‌ ͏‌ ͏‌ ͏‌ ͏‌ ͏‌ 
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A estratégia B2B que abriu mais de 150 unidades. Toda semana: como alinhar produto, persona e canal para atrair os parceiros comerciais certos. Tríade Digital.

Olá,

Numa consulta técnica com uma indústria de artigos esportivos, perguntamos qual era o diferencial da linha principal de chuteiras. A resposta veio na hora:

“Ela é mais leve, encaixa perfeitamente no pé, tem reforço no calcanhar e o tecido respira.”

Tudo verdade. Tudo excelente. E tudo irrelevante para quem ele precisa convencer.

Porque quem compra da fábrica dele não é o atleta de fim de semana. É o lojista, o distribuidor, o dono do ponto de venda.

E o lojista não calça o produto. Ele estoca o produto.

O que pesa para ele é outra lista: giro rápido na prateleira, margem saudável, qualidade do produto, prazo flexível, exclusividade de praça, força de marca para puxar cliente para a loja e reposição fácil.

Enquanto essa indústria investia no digital falando de conforto e leveza, as redes enchiam de curtida de consumidor final querendo um par. O faturamento não subia e a fábrica seguia ociosa.

A comunicação não conversava com a dor do comprador B2B.

Para desfazer esse nó, a gente usa um método de três peças. Nessa ordem:

1
PRODUTO
O que eu vendo, qual o diferencial técnico e qual o benefício real na ponta.
2
PERSONA
Para quem eu vendo, qual a jornada de compra e o que pesa na decisão. Dono da loja? Gestor de compras? Revendedor?
3
CANAL
Por onde eu conecto os dois e como me comunico ali.

O erro clássico é pular direto para a três. “Vamos criar um Instagram e colocar dinheiro em tráfego.” Sem as duas primeiras respondidas, o canal só amplifica a mensagem errada para o público errado. Com o seu orçamento.

A pergunta para levar à sua próxima reunião comercial:

se você trocar a persona de vendas, do consumidor final para o lojista, o seu argumento de marketing atual ainda funciona?

Se a resposta for não e a comunicação continuar igual em todos os canais, tem um desalinhamento sério travando as suas vendas.

O relato acima é o erro. Agora o outro lado: uma indústria que fez a virada e reorganizou a comunicação em torno de quem revende.

Estudo de caso no podcast Fábrica de Oportunidades: como a Protectpool dobrou o faturamento e alcançou mais de 150 unidades. Bastidores da expansão nacional com João Vitor, Diretor Comercial da marca. Assistir episódio completo.

Já ajudamos centenas de indústrias tradicionais a reestruturar essa máquina. Um caso clássico é o da Protectpool, marca nacional de cercas de proteção para piscinas.

No começo, o desafio era o mesmo: separar o público final (B2C) do parceiro comercial ideal, que é o revendedor e instalador B2B.

Ao mudar o foco estratégico e a qualificação digital para atrair quem realmente revende e instala, eles destravaram a expansão, dobraram o faturamento e hoje somam mais de 150 unidades no Brasil.

Para ver essa virada de chave na prática, assista ao episódio do Fábrica de Oportunidades com o João Vitor, diretor comercial da Protectpool:

ASSISTIR AO EPISÓDIO

Fábrica de Oportunidades · com João Vitor, diretor comercial da Protectpool

 
No próximo e-mail eu volto com a terceira peça desse quebra-cabeça, que são os canais de aquisição e quais deles realmente escalam com previsibilidade dentro da indústria.

Até lá!
Vitor Alexandre Vitor Alexandre
CMO · Grupo Tríade Digital

No próximo e-mail: a terceira peça do quebra-cabeça. Os canais de aquisição e quais deles realmente escalam com previsibilidade na indústria.

Até lá!

O Brasil nasce na indústria.

Marketing e vendas para indústrias · Maringá, PR
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