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O lojista não calça o produto. Ele estoca o produto.
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Uma indústria de calçados esportivos nos disse qual era o diferencial da linha principal. A resposta foi rápida:
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“É mais leve, encaixa perfeitamente no pé, tem reforço no calcanhar e o tecido respira.”
Indústria de calçados esportivos
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Tudo verdade. Tudo excelente. E tudo irrelevante para quem ela precisava convencer.
Boa tarde, aqui é o Vitor.
Quem compra da fábrica não é o atleta de fim de semana. É o lojista, o distribuidor, o dono do ponto de venda.
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E o lojista não calça o produto. Ele estoca o produto.
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O que pesa para ele é outra lista: giro rápido na prateleira, margem saudável, qualidade do produto, prazo flexível, exclusividade de praça, força de marca para puxar cliente para a loja e reposição fácil.
Enquanto essa indústria investia no digital falando de conforto e leveza, as redes enchiam de curtida de consumidor final querendo um par. O faturamento não subia e a fábrica seguia ociosa.
A comunicação não atingia o comprador B2B.
Para corrigir isso, a gente usa um método de três peças. Nessa ordem:
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PRODUTO
O que eu vendo, qual o diferencial técnico e qual o benefício real na ponta.
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PERSONA
Para quem eu vendo, qual a jornada de compra e o que pesa na decisão. Dono da loja? Gestor de compras? Revendedor?
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CANAL
Por onde eu conecto os dois e como me comunico ali.
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O erro clássico é pular direto para o canal. “Vamos criar um Instagram e colocar dinheiro em tráfego.” Sem as duas primeiras respondidas, o canal só amplifica a mensagem errada para o público errado. Com o seu orçamento.
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A pergunta para levar à sua próxima reunião comercial
Se você trocar a persona de vendas, do consumidor final para o lojista, o seu argumento de marketing atual ainda funciona?
Se a resposta for não e a comunicação continuar igual em todos os canais, tem um desalinhamento sério travando as suas vendas.
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O relato acima é o erro. Agora o outro lado: uma indústria que fez a virada e reorganizou a comunicação em torno de quem revende.
Já ajudamos centenas de indústrias tradicionais a reorganizar essa lógica. Um caso clássico é o da Protectpool, marca nacional de cercas de proteção para piscinas.
No começo, o desafio era o mesmo: separar o público final (B2C) do parceiro comercial ideal, que é o revendedor e instalador B2B.
Ao mudar o foco estratégico e a qualificação digital para atrair quem realmente revende e instala, eles abriram espaço para a expansão, dobraram o faturamento e hoje somam mais de 150 unidades no Brasil.
Para ver essa virada de chave na prática, vale conhecer a página do case, com o depoimento em vídeo do João Vitor, diretor comercial da Protectpool, e o episódio do nosso podcast.
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Página do case, com o depoimento em vídeo e o episódio do podcast
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Até a próxima,
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Vitor Alexandre
CMO · Grupo Tríade Digital
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P.S. Se você já sentiu que o marketing da sua empresa fala bonito mas não fecha pedido, o problema pode estar exatamente aqui: na persona errada. O episódio tem 20 minutos e mostra como corrigir isso na prática.
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No próximo e-mail: a terceira peça do quebra-cabeça. Os canais de aquisição e quais deles realmente escalam com previsibilidade na indústria.
Até lá!
O Brasil nasce na indústria.
Marketing e vendas para indústrias · Maringá, PR
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