Se o seu volume de vendas não pode ser previsto no início do mês, o crescimento da sua fábrica continua nas mãos do acaso. ͏‌ ͏‌ ͏‌ ͏‌ ͏‌ ͏‌ ͏‌ ͏‌ ͏‌ ͏‌ ͏‌ ͏‌ ͏‌ ͏‌ ͏‌ ͏‌ ͏‌ ͏‌ ͏‌ ͏‌ 
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Escalável, mensurável e previsível. Os 3 critérios para saber se o canal de vendas da sua fábrica realmente escala. Tríade Digital.
 

Crescimento não pode
depender do acaso.

Olá,

Quando nos sentamos com diretores e industriais de todo o país para analisar a saúde comercial de suas operações, percebemos que a maior parte dos gargalos de expansão não decorre da qualidade do produto ou da dedicação da equipe de vendas, mas sim da natureza dos canais que sustentam o negócio.

Para entender se uma indústria está de fato no controle do seu próprio crescimento, nós costumamos submeter cada canal de aquisição a um filtro de três perguntas fundamentais:

1
ESCALABILIDADE
Caso a diretoria decida dobrar o investimento financeiro nesse canal ao longo do próximo trimestre, a entrada de novos clientes e pedidos também tem a capacidade de dobrar na mesma proporção?
2
MENSURABILIDADE
Nós conseguimos auditar com clareza cada etapa do processo comercial, sabendo com exatidão quanto custa desde o primeiro contato de um comprador até o momento em que o pedido é faturado no sistema?
3
PREVISIBILIDADE
A liderança tem a tranquilidade de olhar para o calendário do mês seguinte e saber, com base em dados históricos e fluxo constante, qual volume de novas contas entrará na fábrica?

Quando colocamos os métodos mais tradicionais da indústria brasileira lado a lado sob a ótica desses três pilares, o cenário costuma se desenhar de forma bastante clara:

É fundamental destacar que esse comparativo não representa uma crítica aos meios tradicionais. Pelo contrário: uma boa carteira de representantes é um patrimônio valioso para qualquer empresa, assim como a indicação espontânea de um cliente satisfeito é o melhor aval de qualidade possível, e a presença em feiras cumpre um papel insubstituível de consolidação de marca no setor.

O grande ponto cego é a confusão entre a função de cada canal.
Historicamente, grande parte das indústrias foi estruturada em cima de canais desenhados para relacionamento e manutenção de carteiras existentes. No entanto, hoje a gestão espera que essas mesmas ferramentas desempenhem o papel de desbravar e abrir novas praças de forma acelerada.

O resultado dessa sobrecarga estrutural é um ciclo que se repete com frequência na mesa da diretoria: de um lado, linhas de montagem modernas convivendo com capacidade ociosa e o desejo de crescer; de outro, uma presença tímida em regiões estrategicamente viáveis onde a logística seria favorável, enquanto concorrentes diretos já começam a fincar bandeira nesses mercados por meio de canais digitais.

A raiz desse desafio não está no empenho do seu time comercial, mas no fato de que o modelo tradicional tende a focar naquilo que é natural: proteger e rentabilizar a carteira que já está na casa. Para abrir novos distribuidores e lojistas que ainda não conhecem a sua fábrica, a operação precisa de um canal ativo, constante e independente da agenda de terceiros.

A REFLEXÃO QUE SEMPRE PROPOMOS
Se você perguntar hoje ao seu time comercial quantas lojas ou contas novas a sua indústria vai abrir no próximo mês, a resposta é um número baseado em dados, ou ela sempre começa com “depende”?

Se a projeção de novas aberturas depende do humor do mercado, do clima ou do ritmo individual de cada representante, significa que o seu canal opera apenas em modo de manutenção. E a manutenção, por definição, serve para sustentar o tamanho atual da operação. Ela não tem tração suficiente para ocupar maquinários ociosos e gerar crescimento sustentável.

Nós debatemos profundamente essa transição dos canais físicos para a atração digital em um bate-papo com a Vanessa Ferraz, da F.A. Maringá (BF Colchões), uma das maiores indústrias do setor no Brasil. Vale muito a pena conferir a visão de quem reestruturou seus canais de vendas na prática:

Podcast Fábrica de Oportunidades com Vanessa Ferraz, da F.A. Maringá, BF Colchões e Emcompre. Do chão de fábrica ao digital: como o marketing digital está mudando a forma de vender na indústria. Assistir.

Fábrica de Oportunidades · com Vanessa Ferraz (F.A. Maringá)

 
No próximo e-mail da newsletter, nós vamos detalhar como a Tríade desenha a estratégia digital de uma indústria passo a passo, mostrando exatamente os pilares que compõem o nosso método de aceleração.

Um abraço e até a próxima edição,
Vitor Alexandre, CMO do Grupo Tríade Digital Vitor Alexandre
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